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A Vinda de Táraka Brahma
13 de maio de 1979 A Noite, Fiesch, Suíça
Ontem à noite, durante DMC eu disse que nem o
tempo eterno, nem a natureza, nem o destino, nem acidente, nem os
fatores quinquelementais são a Matriz Causal e, portanto,
estes não podem ser aceitos como objeto de ideação . Não só
isso - eles não são perfeitos em si mesmos, pois mesmo que tais entidades entrem em ação de proximidade uns com os outros -
mesmo sob tais circunstâncias - não podem ser aceitos como o
objetivo da vida humana.
Veja você, se o tempo eterno entra em grande
proximidade com a natureza, mesmo assim não temos nada de
concreto, nada adorável. E como você sabe, a natureza funciona
no âmbito do tempo eterno. Assim, mesmo se este tempo eterno
entrar em contato muito próximo com a natureza ou quaisquer
outros fatores, não teremos algo novo, nada de novo, nada
adorável. E o acidente, todos os acidentes, acontecem no âmbito
do tempo eterno. Não há nada de novo no acidente. Ou seja, ele
não se constitui em acréssimo filosófico. E o destino, o que é
o destino? O destino é a reação em potencial, reação
imanifesta. Quando ação é feita, está dentro do âmbito do
tempo, e quando as reações ocorrem, também estão dentro do
âmbito do tempo. Os fatores quinquelementais - são a
causa aparente do tempo. Assim, onde quer que exista o tempo ou
exista o assim chamado destino ou os assim chamados acidentes, os
fatores quinquelementais existirão. Então, suas aproximações
mútuas ou a suas combinações não fazem - não criam - qualquer
coisa nobre que possa ser aceita como o Desideratum da vida
humana.
"Desideratum" é uma palavra
singular, e Eu disse que o termo plural " Desiderata "
não deve ser utilizado. O Desideratum é algo singular. E
este é Paramapurus'a .
Agora, quando Paramapurus'a diretamente
ou fisicamente entra em contato com esses fatores, o que
acontece? Paramapurus'a está além da periferia do tempo,
mas quando ele entra em contato ou vem dentro da jurisdição do
tempo, o que acontece? Nós temos algo novo, então? Paramapurus'a está além dos limites temporais e espaciais
e limitações pessoais. Mas quando Ele chega dentro dos limites de
Suas jurisdições, o que acontece? Ou o que pode acontecer? Sob
tais circunstâncias, dizemos que Paramapurus'a se tornou
Táraka Brahma. Sob tais circunstâncias, Ele chega aqui em
uma determinada data, deixa esta terra também em uma data
específica, tem o nascimento de Seu corpo quinquelemental, e a
morte de Seu corpo quinquelemental. Como vocês constatam, isto nós
sabemos, Ele é uma Entidade Impessoal, como o Centro do Universo. Mas quando Ele chega sob a jurisdição desses
fatores relativos, temporais, espaciais e pessoais, Ele não
continua a ser uma Entidade Impessoal. Ele torna-se algo pessoal,
algo mais próximo, algo intimamente relacionado, e este é o
nosso Táraka Brahma.
Agora, por que é que Ele entra em contato com
os fatores quinquelementais? Por que Ele vem dentro das
jurisdições dos fatores espaciais, temporais e pessoais, estes
três fatores relativos fundamentalmentais? Qual é a causa? Há
duas razões. Um fato é, o intelecto humano pode obter satisfação
após entrar em contato psíquico com a Entidade Impessoal, mas o
coração do homem não está satisfeito com essa Entidade
Impessoal. O coração humano quer algo mais, algo mais
sentimental, algo mais agradável. E é por isso, apenas para
satisfazer, apenas para dar prazer para Sua progênie, que Ele vem
no âmbito desses fatores relativos. Paramapurus'a torna-se
Táraka Brahma. E o segundo motivo é que, neste mundo
criado, neste universo, todo e cada progresso é um progresso que
ocorre através de choques e de coesões. E os seres humanos devem
ter suficiente resistência (stamina) intelectual para seguir em
frente, lutando contra todas as pedras dos obstáculos. Quando o
intelecto humano fracassa em fazer algo novo, em ajudar a
sociedade a se mover para a frente, Paramapurus'a não
encontra outra alternativa senão colocá-se no âmbito dos
fatores espacial-temporal-pessoal justamente para orientar a
sociedade humana depravada e degenerada.
Agora, quando a sociedade está em uma condição
degenerada ou depravada, onde tendências fissíparas dominam,
onde o princípio estático domina, torna-se impossível para
Paramapurus'a de permanecer inalterado ou inatingível
pelos sentimentos e gritos humanos e as demandas humanas. Então,
e só então é que Ele vem na forma de Táraka Brahma.
Táraka significa "O Libertador". E este
Táraka é o Bábá do mundo criado. Para Ele os
devotos cantam, Bábá nama kevalam!
P.R.Sarkar - 13 de maio de 1979 à noite , Fiesch , Suíça
The Coming of Táraka Brahma
13 May 1979 evening, Fiesch, Switzerland
Last night during DMC I said that neither the
tempus eternal nor nature nor fate nor accident nor the
quinquelemental factors is the causal matrix, and therefore they
cannot be accepted as the object of ideation. Not only that – they
are not perfect in themselves, but even if these entities come into
actional proximity with one another – even under such circumstances
– they cannot be accepted as the goal of human life.
You see, if the tempus eternal comes in very close
proximity with nature, even then we get nothing concrete, nothing
adorable. And as you know, nature functions within the scope of the
tempus eternal. So even if this tempus eternal comes in closer
contact with nature or any other factors, we get nothing new, nothing
fresh, nothing adorable. And accident, all accidents, take place
within the scope of the tempus eternal. There is nothing new in
accident. That is, it constitutes no philosophical addition. And
fate, what is fate? Fate is the unquenched reaction, unsatisfied
reaction. When action is done, it is within the scope of the tempus,
and when reactions take place, that is also within the scope of the
tempus. The quinquelemental factors – they are the apparent cause
of the tempus. So wherever there is the tempus or there is so-called
fate or so-called accident, the quinquelemental factors are there. So
their mutual touch or combination doesn't make – does not create –
anything noble that can be accepted as the Desideratum of human life.
“Desideratum” is a singular word, and I said
the plural term “desiderata” should not be used. The Desideratum
is a singular one. And that one is Parama Puruśa.
Now when Parama Puruśa directly or physically
comes in contact with these factors, what happens? Parama Puruśa is
beyond the periphery of the tempus, but when He comes in contact or
comes within the jurisdiction of the tempus, what happens? Do we get
something new then? Parama Puruśa is beyond temporal and spatial
and personal boundaries. But when He comes within their
jurisdictions, what happens? Or what may happen? Under such
circumstances, we say Parama Puruśa has become Táraka Brahma.
Under such circumstances He comes here on a particular date, leaves
this earth also on a particular date, takes the birth of His
quinquelemental body, the death of His quinquelemental body. This we
find, and, as you know, as the hub of the Universe He is an
impersonal entity. But when He comes within the jurisdiction of these
relative factors, temporal, spatial and personal, He no longer
remains an impersonal entity. He becomes something personal,
something closer, something closely related, and that is our Táraka
Brahma.
Now why does He come in contact with the
quinquelemental factors? Why does He come within the jurisdictions of
the temporal-spatial-personal factors, these three
fundamentally-related factors? What is the cause? There are two
reasons. One thing is, the human intellect may get satisfaction after
coming in psychic contact with the Impersonal Entity, but the human
heart is not satisfied with that Impersonal Entity. The human heart
wants something closer, something more sentimental, something more
pleasing. And that's why just to satisfy, just to give pleasure to,
His progeny, He comes within the scope of these relative factors.
Parama Puruśa becomes Táraka Brahma. And the second reason is
that in this created world, in this universe, each and every progress
is a progress through clashes and cohesion. And human beings must
have sufficient intellectual stamina to move forward, fighting
against all those pebbles of obstacles. When the human intellect
fails to do something new in helping society to move forward, Parama
Puruśa finds no alternative but to bring Himself within the scope
of the temporal-spatial-personal factors just to guide the depraved
and degenerate human society.
Now when the society is in a degenerate or
depraved condition, where fissiparous tendencies dominate, where the
static principle dominates, it becomes impossible for Parama Puruśa
to remain unaffected or unassailed by human sentiments and human
cries and human demands. Then and then only does He come in the form
of Táraka Brahma. Táraka means “The Liberator.” And that
Táraka is the Bábá of the created world. For Him devotees sing,
Bábá náma kevalam.
P.R.Sarkar -13 May 1979 evening, Fiesch, Switzerland P.R.Sarkar -13 May 1979 evening, Fiesch, Switzerland
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EL NIÑO A QUIEM BÁBÁ LE ENSEÑÓ UM PRABHÁT SAM'GIIT ( Canción Mística )
por Ac. Svarupananda Avt.
Un niño muy pequeño era muy travieso por naturaleza. Él no quería escuchar a su madre o a su padre, por lo que siempre recibía algunos castigos, a veces unas bofetadas, a veces sin comida, y a veces algo más.
Sin embargo, eran margiis muy buenos. Los padres eran muy buenos margiis ( Devotos ).
A veces le decían al niño de que si actuaba maliciosamente, Baba saldría de la foto, de su fotografía en el altar de meditación a castigarlo. Así que él sabía en su mente que podría ser posible que Baba vendría de la fotografía. Esa fue su convicción siempre en su mente.
Así que un día hizo algunas cosas malas. La madre le dio una palmada y le dijo: "Esta noche no hay comida." El estaba muy triste y dormía junto a su madre, pero cuando tenía mucha hambre, él salió y él sabía que en esa habitación donde hacen sadhana ( prácticas de meditación espiritual ), había un retrato muy grande de "Baba" que estaba allí Pratikriti ( La Foto ) estaba allí. Fue allí y dijo muy inocentemente: "Baba, mi mamá me ha golpeado. Baba, salí de la fotografía y golpeala! "Y lloró y lloró, pero no pasó nada. Una vez más, volvió y se durmió junto a su madre.
Así que unos días más tarde ella le dijo: "Hoy en este día tu tienes que hacer dos cosas: tienes que leer libros y al mismo tiempo, tu tienes que memorizar un Prabha't Sam'giit ( una de las 5018 canciones compuestas por Baba ) ." Era tan malo que no hizo ninguna de las dos cosas. Así que su madre estaba muy enojada. Una vez más ella lo abofeteó y le dijo "Vete, no hay comida!" Así que no se le dio ningún alimento. También los padres no comieron nada y Todos se fueron a dormir sin comer esa noche.
Cuando el tenía mucha hambre, en la oscuridad de la noche, se fue a la misma habitación y dijo: "Baba, ¿es cierto que estás dentro de la foto? Podrias castigar a mi madre? Pero al mismo tiempo, hoy tengo mucha hambre, así que ¿me puedes dar algunos dulces? "Él estaba llorando y llorando y llorando, a veces durmiendo, a veces despierto. Mientras tanto, cuando él no estaba durmiendo y bien despierto, Baba apareció y le preguntó: "¿Estás muy hambriento?" El dijo: "Sí, Baba, tengo mucha hambre." Así que Baba, de su bolsillo, sacó unos dulces para él. El niño se los comió y al mismo tiempo, dijo: "Bueno Baba, mi madre a veces puede ser muy difícil para mí, a veces me castiga, pero ella es muy buena. ¿Puedes tu darme un dulce para ella? Y un dulce para mi padre ? "Así que Baba le dio dos dulces para los padres. Y así sasió el deseo de su corazón. De tanto en tanto Baba sacaba dulces de su bolsillo y le decía: "¿Quieres más?" Y él decía: "Sí, Baba".
Entonces Baba dijo: "Bueno, tu madre estaba tratando de enseñarte un Prabha't Sam'giit ¿Por qué no lo aprendistes? , el niño dijo, Baba, no sé. "Así que Baba le pidió que se sentara en su regazo y le enseñó un Prabha't Sam'giit muy hermoso. Y se aprendió de memoria el Prabha't Sam'giit muy bien. Luego repitió el Prabha't Sam'giit y lo cantó a la perfección, por la Gracia de Baba ( Gracia del Gurú ). "Por lo tanto, de ahora en adelante, no vas a hacer cosas malas? Cada vez que hagas cosas malas, no voy a darle ningún otro dulce. "Él niño dijo": No, Baba. Nunca voy a hacer nada malo. Baba le dijo : Y tu vas a tocar los pies de tu madre y de tu padre? ( Reverencia a Los Padres en La India )" Sí Baba". Así que el niño estaba muy contento y se durmió.
Temprano en la mañana, la madre se levantó. Y lo buscó "¿Dónde está Santanu?" su nombre era Santanu. Ella sabía que normalmente iría a la habitación de Baba a dormir allí. Ella fue allí y encontró a Santanu dormido. En el momento en que la madre entró en la habitación, se levantó y tocó sus pies. Ella se puso muy feliz "Hoy, mi hijo entró en contacto con mis pies." Así que ellos se abrazaron. El muchacho dijo: "Mamá, mamá, tengo un dulce para ti." "¿De dónde tu conseguistes los dulces? Tu debes tener mucha hambre. Vamos a cocinar algo de comida para ti "."No mamá, no hay nada de que preocuparse. Baba Ayer por la noche apareció y salió de la foto. Él me dio dulces, mira mamá, es uno para ti y otra para papá. "Ella dijo:"Ok, tal vez….. "Y ella disfrutaba de su dulce." Entonces él dijo: "¡Mamá! Baba también me enseñó un Prabha't Sam'giit muy lindo. Lo canto para ti? "Ella dijo:"Tu has aprendido Prabha't Sam'giit? ¿Cómo es posible? "Entonces, mientras tanto, su padre también llegó y el niño cantó el Prabha't Sam'giit tan perfectamente que era muy impresionante. Luego le preguntaron "¿Cómo pudiste aprender este Prabha't Sam'giit ?", "Baba me lo enseñó ayer por la noche." Así que pensaban los padres…. "¿Cómo es posible? Nunca aprendistes antes un Prabha't Sam'giit y ahora estás cantando con tanta perfección? "Decidieron que vamos a ir a ver a Baba, y saber de que se trata esta cuestión."
Llegaron a Tiljala ( Calcuta ) y se contactaron con los dadas que fueron tomando nota de la historia de del Prabha't Sam'giit. La madre dijo:
Santanu ha aprendido Prabha't Sam'giit no sé de dónde. Pero entiendo que esto es ciertamente un Prabha't Sam'giit . "Así que el Dadá ( Monje Yogui )preguntó:" ¿ puedes cantar el Prabha't Sam'giit ? " Cantó la canción de Prabha't Sam'giit tan perfectamente que el monje pensó:" ¿Cómo es posible? Este Prabha't Sam'giit particular, nos fue dado ayer por la noche a las 11:30. Y la misma canción es la que has aprendido. ¿Cómo es posible? Santani, ¿cómo te enterastes ? "," Baba llegó y salió fuera de la foto en mi casa y Él me enseñó este Prabha't Sam'giit . "
Luego, se informó a Baba de la visita sorpresa. Y Baba dijo: "¡Oh, Santanu ha llegado. Le he enseñado Prabha't Sam'giit. Yo le he enseñado. "Así que el niño, la madre y el padre, todos vinieron a ver a Baba." En el momento que Santanu vió a Baba, corrió para celebrar y dijo: "Baba, de nuevo ha aparecido en la foto?" Baba se limitó a sonreír. Y dijo: "Baba de fotos!…. Foto de Baba!…. "Entonces, el dada, dijo "Baba" el está cantando el mismo Prabha't Sam'giit que tu nos has enseñado la noche anterior tanbién. "Así que el muchacho dijo:" Baba, ¿debo cantar para ti? "Él se sentó en el regazo de Baba y cantó el Prabha't Sam'giit tan perfectamente, tan bién que todos se asombraron "¿Cómo es posible?" Entonces Baba les pidió (a los otros dadas) para cantar. También empezaron a cantar y el muchacho dijo: "No, no, no, no, no… En este lugar ustedes han cometido un error. "
Y a partir de entonces el niño memorizó muchas canciones de Prabha't Sam'giit. Luego, más tarde, Baba dijo que "No había otra alternativa para mí, cuando él estaba llorando y llorando, y él tenía tanta hambre, que tenía que aparecer ante este niño, darle de comer, y apaciguarlo. Y también le enseñé el Prabha't Sam'giit. "Baba dijo ese día que Parama Purus'a ( La Conciencia Cósmica ) responde muy rápidamente y con prontitud a los corazones muy inocentes. Todo el proceso de nuestra sadhana ( Práctica Espiritual ) no es otra cosa que hacer nuestros corazones tan simple, tan inocentes, que cada palabra puede convencer a Parama Purus'a y Parama Purus'a tendrá que venir corriendo hacia la tierra como vino a el niño Santanu ☼ .
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